Top cappuccino: 20 discos nacionais de 2017

Eis abaixo a minha lista pessoal com os melhores discos nacionais de 2017. Divirtam-se!

#20 Gaya – Tiê

Gaya

Ainda que “Gaya” tenha uma atmosfera diametralmente oposta ao aclamado “Sweet Jardim”, a cantora Tiê mostrou um álbum, no mínimo, mediano.

#19 Japanese Food – Giovani Cidreira

Japanese Food

Queridinho em diversas listas de melhores listas de discos de 2017, “Japanese Food” é uma pedida obrigatória para quem gosta de música de qualidade e com  originalidade.

#18 Ottomatopeia – Otto

Ottomatopeia

Com uma sonoridade típicamente da nova geração da música brasileira, Ottomatopeia nos remete ao som de artistas como Karina Buhr. Ottomatopeia é um dos discos
alternativos que mais me chamou atenção em 2017.

#17 Adiante – Nevilton

Adiante

“Adiante” é uma das minhas grandes descobertas de 2017. Um disco que me lembra Thiago Pethit, porém, mais explosivo em termos sonoros.

#16 Roteiro para Aïnouz, Vol. 3 – Don L

 

donl

Don L é um dos principais representantes da música rap do nosso país e Roteiro para Aïnouz, Vol. 3 não me deixa mentir.

#15 Heresia – Djonga

Heresia

Pra quem curte o som de Kendrick Lamar, “Heresia” segue a mesma linha do potente DAMN. Heresia é original e de longe um dos melhores registros de 2017.

#14 Tijolo por Tijolo – Braza

Tijolo por tijolo

Meio blasé, meio psicodélico, “Tijolo por Tijolo” é envolvente, versátil e coerente do início ao fim.

#13 Unlikely – Far From Alaska

Unlikely

O Rock Nacional também teve o seu momento de destaque em 2017. E, para representá-lo nada melhor do que o “Unlikely”.

#12 Meio Que Tudo É Um – Apanhador Só

Meio Que Tudo É Um

Apanhador Só é uma das melhores bandas alternativas do nosso país. “Meio Que Tudo É Um” segue o estilo agradável da banda e não decepciona em nenhuma faixa.

#11 Campos Neutrais – Vitor Ramil

Campos Neutrais

Tudo que Vitor Ramil faz se torna mágico, visceral. “Campos Neutrais” mostra porque Vitor Ramil é um dos meus cantores brasileiros preferidos de todos os tempos.

#10 Outro Lugar – Tetê Espíndola

Outro Lugar

“Outro Lugar” é boêmio, quase amargo. No fundo, ele é um um álbum que relata um “eu” em busca do seu lugar no sol.

#09 Selvagem – Angela Ro Ro

Selvagem

Angela Ro Ro dispensa apresentações. Com mais de 30 anos de carreira e acumulando diversos hits de sucesso, ela lançou o delicoso “Selvagem”. Um disco para se
comunicar do inicio ao fim.

#08 Sintoma – Castello Branco

Sintoma

Minimalista, introspectivo, experimental, “Sintoma” mostra o potencial criativo do cantor Castello Branco.

#07 Catto – Filipe Catto

Catto

Acompanho o trabalho do Filipe Catto desde o disco “Fôlego”. De lá até aqui Filipe lançou três discos de estúdio. Catto é um álbum que mostra todo o talento do Filipe
e mostra que ele é o dono de uma das maiores vozes da MPB da sua geração.

#06 Beijo Estranho – Vanguart

Beijo Estranho

Ainda que Beijo Estranho tenha uma sonoridade diferente do aclamado Muito Mais Que o Amor, a banda Vanguart conseguiu consquistar o seu público com um disco
inteligente e autêntico.

#05 Em Noite de Climão – Letrux

Em Noite de Climão

Bucólico, alternativo, irreverente, dançante, “Em Noite de Climão” é um disco potente e digno para figurar em qualquer lista de melhores discos nacionais de 2017.

#04 Recomeçar – Tim Bernardes

Recomeçar

As confissões de Tim Bernardes em “Recomeçar” soaram como um grande pedido pra gente analisar a nossa própria desordem.

#03 Todas As Bandeiras – Maglore

todas as bandeiras

“Todas As Bandeiras é um disco de amor-alto-astral. Solar, sem ser descompromissado, o disco da banda Maglore é, na verdade, um ato de expressão, no seu maior alcance
possível.

#02 Galanga Livre – Rincon Sapiência

Galanga Livre

Galanga Livre é um disco que busca conectar elementos da história política do Brasil no presente e passado.

#01  Utopia – Thalles Cabral

utopia

O disco de estreia do Thalles poderia ser definido como um misto de devaneios de uma personalidade consciente da sua própria voz. Mais do que isso. Utopia não parte de
um vazio existencial, mas há algo que precisa ser preenchido e de forma não emergencial. Utopia é um retrato fiel de uma geração capaz de expressar sentimentos sob uma
ótica argumentativa, negando, ainda que involuntariamente, qualquer perspectiva de sofrimento doentio. Thalles coloca o amor entre extremos quase infinitos, como na
ótima “You, the Ocean and Me”. Talvez o amor não seja o ponto de partida desse disco. Ousaria a dizer, em uma interpretação extremamente pessoal, que Utopia parte da
capacidade de se fazer projeções filosóficas e coerentes para entender a vida como um ato impermanente e desconhecido. Daí, a atmosfera utópica do álbum. Utopia é, sem  dúvidas, um álbum para reflexão, para direção, para estabelecer conexões.

 

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